
Ocupamos um terço da nossa vida a dormir e a falta de sono pode ter consequências graves. Eis as razões para a insónia e a forma como pode ser combatida.
Dizem os especialistas que dormir é tão vital quanto saciar a sede. Não é por acaso que passamos mais de um terço das nossas vidas a usufruir do merecido descanso. Mas, se é um dos milhares de portugueses que passam as noites em branco, não feche os olhos a alguns dos conselhos que se seguem. Em vez de contar carneirinhos a noite toda, apresentamos algumas soluções para voltar a fazer as pazes com a sua almofada.
Estarão os portugueses a dormir mal? Para João Carlos Winck, responsável pela consulta de Patologia do Sono do Serviço de Pneumologia do Hospital de S. João, no Porto, a resposta é claramente positiva: os cidadãos lusos «têm uma grande dívida de sono». «Cada vez se dorme menos e as consequências não tardam a aparecer», reforça o especialista, acrescentando que há uma relação de causalidade entre a privação de sono e a ocorrência de algumas doenças, nomeadamente a obesidade, complicações cardiovasculares e a redução do rendimento escolar.
Quando se encurta a duração total do sono, é como se houvesse uma quebra na corrente, isto porque existem diferentes estádios que «têm de ser respeitados». As experiências realizadas com ratos, em privação do sono, demonstraram que esta inibição foi fatal nestes animais. Quer isto dizer que «o sono», como uma constante da vida, «é fundamental à sobrevivência».
Para ilustrar a importância do repouso, o especialista aponta o famoso desastre do Space Shuttle Challenger. «Os astronautas viram a descolagem excessivamente adiada, durante dois a três dias, por motivos de ordem técnica. Em virtude destes atrasos, a tripulação dormiu pouco e, quando foi necessário actuar, como apresentavam um défice de reflexos, a nave explodiu. Há muitos depoimentos na História da Humanidade que se prendem com problemas relacionados com o sono».
Dizem os especialistas que dormir é tão vital quanto saciar a sede. Não é por acaso que passamos mais de um terço das nossas vidas a usufruir do merecido descanso. Mas, se é um dos milhares de portugueses que passam as noites em branco, não feche os olhos a alguns dos conselhos que se seguem. Em vez de contar carneirinhos a noite toda, apresentamos algumas soluções para voltar a fazer as pazes com a sua almofada.
Estarão os portugueses a dormir mal? Para João Carlos Winck, responsável pela consulta de Patologia do Sono do Serviço de Pneumologia do Hospital de S. João, no Porto, a resposta é claramente positiva: os cidadãos lusos «têm uma grande dívida de sono». «Cada vez se dorme menos e as consequências não tardam a aparecer», reforça o especialista, acrescentando que há uma relação de causalidade entre a privação de sono e a ocorrência de algumas doenças, nomeadamente a obesidade, complicações cardiovasculares e a redução do rendimento escolar.
Quando se encurta a duração total do sono, é como se houvesse uma quebra na corrente, isto porque existem diferentes estádios que «têm de ser respeitados». As experiências realizadas com ratos, em privação do sono, demonstraram que esta inibição foi fatal nestes animais. Quer isto dizer que «o sono», como uma constante da vida, «é fundamental à sobrevivência».
Para ilustrar a importância do repouso, o especialista aponta o famoso desastre do Space Shuttle Challenger. «Os astronautas viram a descolagem excessivamente adiada, durante dois a três dias, por motivos de ordem técnica. Em virtude destes atrasos, a tripulação dormiu pouco e, quando foi necessário actuar, como apresentavam um défice de reflexos, a nave explodiu. Há muitos depoimentos na História da Humanidade que se prendem com problemas relacionados com o sono».
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